América v1.2.1

Pois bem, eu não sou a melhor pessoa para escrever sobre um símbolo do jornalismo e intelectualidade da cidade de Nova Iorque, dos Estados Unido e - para algumas mentes mais empenhadas na globalização e seus efeito - planetária.
A primeira razão pela qual não sou a pessoa indicada para falar sobre esse símbolo, reside no facto de embora sendo um consumidor de tal artefacto, não sou de maneira alguma um indivíduo que se considere um ser intelectual à altura de tal sofisticação de exercício intelectual.
Em segundo lugar, tenho uma opinião sobre ela que, está infestada de bons sentimentos e por tudo o que ela representa em termos de estilo de vida. Se “Una Ferrari” é bem mais do que um carro, é um estilo de vida - como dizia um presidente da Ferrari - a The New Yorker é isso e muito mais. É um verdadeiro jantar gourmet no que diz respeito há intelectualidade do século vinte e vinte e um.
A The New Yorker, é uma “instituição” de cariz jornalístico fundada em Fevereiro de 1925. Os seus fundadores foram: Harold Ross e sua mulher que, se chamava Jane Grant.
Harold Ross foi director da pérola do jornalismo nova-iorquino - e na minha opinião global - até aos seus últimos dias, ou seja até 1951.
Ela é um símbolo de referência no que diz respeito à produção de literatura de ficção e jornalismo, não só pelo rigor jornalístico mas também pela qualidade da ficção que é dada aos seus leitores em cada número.
A lista de autores que publicaram contos na The New Yorker é vasta e de fazer os céus tremerem quando é vista. Podemos entrar contos de Vladimir Nobokov, Philio Ropth - autor do magnifico “A Conspiração Contra a América”, J. D. Salinger, etc...
Entre os diversos contos podemos encontrar por exemplo o conto que deu origem ao filme, “Artificial Intelligence: AI” do Steven Spielberg - com uma alma superior dentro do projecto.
Na minha opinião a The New Yorker, não é só uma revista para um nativo sofisticado, intelectualmente evoluído e apreciador de alguns aspectos mais complexos da vida, da “Big Apple”, mas sim para todos que queiram aprender e pensar sobre os mais diversos temas de uma sociedade moderna, sofisticada, cada vez mais complexa e exigente.
A The New Yorker é um exemplo máximo do que pode ser uma identidade criada nos Estados Unidos, para os Americanos, consumida e influenciadora de outros pelos quatro cantos do mundo.
Mais: Um exemplo de uma “Boa América”.
A primeira razão pela qual não sou a pessoa indicada para falar sobre esse símbolo, reside no facto de embora sendo um consumidor de tal artefacto, não sou de maneira alguma um indivíduo que se considere um ser intelectual à altura de tal sofisticação de exercício intelectual.
Em segundo lugar, tenho uma opinião sobre ela que, está infestada de bons sentimentos e por tudo o que ela representa em termos de estilo de vida. Se “Una Ferrari” é bem mais do que um carro, é um estilo de vida - como dizia um presidente da Ferrari - a The New Yorker é isso e muito mais. É um verdadeiro jantar gourmet no que diz respeito há intelectualidade do século vinte e vinte e um.
A The New Yorker, é uma “instituição” de cariz jornalístico fundada em Fevereiro de 1925. Os seus fundadores foram: Harold Ross e sua mulher que, se chamava Jane Grant.
Harold Ross foi director da pérola do jornalismo nova-iorquino - e na minha opinião global - até aos seus últimos dias, ou seja até 1951.
Ela é um símbolo de referência no que diz respeito à produção de literatura de ficção e jornalismo, não só pelo rigor jornalístico mas também pela qualidade da ficção que é dada aos seus leitores em cada número.
A lista de autores que publicaram contos na The New Yorker é vasta e de fazer os céus tremerem quando é vista. Podemos entrar contos de Vladimir Nobokov, Philio Ropth - autor do magnifico “A Conspiração Contra a América”, J. D. Salinger, etc...
Entre os diversos contos podemos encontrar por exemplo o conto que deu origem ao filme, “Artificial Intelligence: AI” do Steven Spielberg - com uma alma superior dentro do projecto.
Na minha opinião a The New Yorker, não é só uma revista para um nativo sofisticado, intelectualmente evoluído e apreciador de alguns aspectos mais complexos da vida, da “Big Apple”, mas sim para todos que queiram aprender e pensar sobre os mais diversos temas de uma sociedade moderna, sofisticada, cada vez mais complexa e exigente.
A The New Yorker é um exemplo máximo do que pode ser uma identidade criada nos Estados Unidos, para os Americanos, consumida e influenciadora de outros pelos quatro cantos do mundo.
Mais: Um exemplo de uma “Boa América”.

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