América
“ Nem sequer vos vou falar de como é frustrante tentar registar como residente nos Estados Unidos um cônjuge, ou qualquer outro ente querido, nascido no estrangeiro. Não tenho aqui espaço e, de qualquer modo, seria muito aborrecido. Além do mais, não só posso falar disso sem chorar copiosamente como o leitor pensaria que eu estava a inventar.
Seguramente que faria troça se lhe contasse que um meu conhecido - um académico do mais alto gabarito - ficou estarrecido enquanto perguntavam à sua filha coisas como: “Alguma vez se entregou a algum vício ilícito com fins lucrativos que inclua mas não se limite ao jogo ilegal?” ou “Alguma vez foi membro, ou associado de alguma forma, do Partido Comunista ou de outro partido totalitário?” ou ainda a minha favorita: “Planeia praticar poligamia nos Estados Unidos?”. deixem-me dizer que a sua filha tinha cinco anos na altura.
Vêem?! Já estou a chorar!
Deve haver algo de muito errado com um país que faz este tipo de perguntas a quem quer que seja...”
Bill Bryson, in “Notas sobre um país grande”
Bill Bryson é um hilariante, mordaz e muito irónico autor inglês nascido no Estados Unidos. No seu livro sobre a sua readaptação ao “american way of live” é-nos dado a ver - através dos sentidos do autor - uma série de acontecimento pequenos que, nos poderão dar uma ideia muito particular de uma país cheio de particularidades e paradoxos que poderão levar quase à histeria um bom “Europeu”.
O livro e o autor levam-me, a divulgar bons exemplos de uma nação que de tão grande em termos de população e intelectualidade, tem aspectos que nos fazem algumas vezes pensar se podemos ou não ceder às opiniões dos nossos “Anti-Americanos Primários de Serviço” nesta pequena terra há beira mar plantada...
Sendo assim aqui estão dois link’s para dois centros de documentação audio e vídeo, quase livres de encargos, sobre os mais diversos temas - literatura, política, jornalismo, engenharia, ciência, etc... - e que estão ao alcance de um “click” de qualquer mente que, queira abrir os seu horizontes...
Por último, sendo nós a nação com as fronteiras consolidadas há mais tempo no mundo e por isso possuidores de uma base de conhecimento sem igual, porque raio as nossas universidades publicas e privadas não seguem este bons exemplos para transmissão de conhecimento, divulgação da língua e alguns divertimento à mistura?
Bem hajam.

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